Só situa a conversão ao catolicismo do filósofo Leonardo Coimbra na inesperada recta final da sua vida, quem não tiver atentado no que foi escrevendo e na próprio programa da Renascença Portuguesa, de que foi fundador.
Num minúsculo livro, encontrado ontem no Porto, na Feira do Livro Antigo, encontrei disso mesmo mais uma evidência. Datado pelo autor com a anotação na última página «Sábado de Aleluia de 1923», o opúsculo estava bem longínquo do fatídico dia 2 de Janeiro de 1936 em que um acidente de automóvel o vitimou.
