Reencontro-me hoje com os Cadernos de Filosofia Extravagante e neles com a asserção «Não há filosofia portuguesa porque aquilo que há não é uma disciplina». Discutível porque problemática, é a reedição da questão que tem mais do que cinquenta anos. Haverá uma filosofia que seja a dos portugueses, ou uma filosofia para questões que sejam as de Portugal? E se sim a qualquer delas porque teria de ser uma «disciplina» com o que tal significa de regra e cânone e ordem e sistema? E se não porque será não só por não ser disciplina.
Reencontro-me hoje com os Cadernos de Filosofia Extravagante e neles com um estudo de Cynthia Guimarães Taveira que é um reflectir sussurrante e tranquilo sobre o amor à sabedoria, entre a afirmação do ser e do não ser, do que é do que não está.
Os melhores livros (25) sobre o Irão, as suas Tradições e Místicos, e o
Islão. Lista com breve apreciação, em progresso, e face aos ataques
traiçoeiros que vencerá...
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Tendo em conta os ataques eminentes ao Irão, tão sagrado quão valioso, por
parte de duas potências invejosas e destrutivas, divulguemos alguns dos
tesou...
Há 1 dia