Viveu aqui perto, como o referi já neste blog. Soube-o ao ter lido o seu Diário Lusitano. Daí em diante a sua presença ficou como uma constante, como se ainda hoje os sinais da Igreja de Fátima repicassem para nós ambos. O filme devo-o ao António Quadros Ferro que o citou.
Oração ao Anjo da Guarda e ao arcanjo S. Miguel, setecentista, em geral e
para a hora da morte. Arte de bem morrer, e de bem traduzir.
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A ligação subtil com o Anjo é pouco trabalhada e pouco intuída pela maioria
das pessoas, demasiado oprimidas pela sociedade moderna, com pouco tempo
para ...
Há 1 hora