Num livro ingénuo, que encontrei em luxuosa encadernação contrastante com a sua tipográfica modéstia, tirado em 1964, e dedicado «a quem morreu como viveu», Pinharanda Gomes, que em Quadrazais nasceu em 1939, põe na boca de Teófilo, em diálogo socrático com Crisóstomo a pergunta para a qual a minha vida ainda me não ofereceu sequer o favor de uma resposta: «o que é o modo e viver senão o exercício da morte?». «Nascer, é aparecer para morrer», dissera Crisóstomo, umas folhas antes, como se a propósito.
Vinhetas de livros antigos, bem harmonizadoras
-
O sopro divino, o som dos anjos, a música das esferas... Criemos mais tempo
para nos sintonizarmos...
Quando os anjos eram chamados a ser tenentes de Po...
Há 1 hora