Há uma geometria dos sentimentos tristes, feita por seres aracnídeos que transportam às costas desengonçados maquinismos, ridículos pela aparência, absurdos pela inutilidade. Equilibram-se como trapezistas de circos de miséria. Calcinados, carcaças ressequidas no deserto dos seres, correm embriagados de aceleração. Nenhuma lógica demonstra o não se desmoronarem. Enquanto correrem, sem sentido nem destino, iludem-se no adiar da queda.
O discurso de Vladimir Putin de boas vindas a 2026, sábio e luminoso. Venha
a paz o mais brevemente possível.
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O tradicional discurso do novo ano pronunciado por Vladimir Putin para
2026, na Praça Vermelha ou Refulgente, com brevidade...
Há 2 horas