Será que não se entende nada do que eu aqui escrevo? Claro que não para quem ler a correr, ainda no tropel com que se vive a vida, do mesmo modo que um passageiro da janela do comboio vê os campos circundantes no olha ali-onde-já foi. Mas há também aquela questão, quando perguntaram ao Santo Agostinho o que era o tempo e ele deu a resposta que ficou como uma paradigma quanto à inutilidade explicativa do perguntar: se não me perguntas sei, mas se me perguntas, já não sei. Mal comparado é assim. Não me perguntem pois o que digo aqui: não sei!
Recolha de sete marcas de impressores antigos, com breves motos.
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"Após o esforço vem a docura." Trabalha, luta, merece e receberás.
Os teus caminhos, ò Deus, mostra-me, para que eu saiba avançar luminosamente
Onde dois ...
Há 8 horas