Há uma geometria dos sentimentos tristes, feita por seres aracnídeos que transportam às costas desengonçados maquinismos, ridículos pela aparência, absurdos pela inutilidade. Equilibram-se como trapezistas de circos de miséria. Calcinados, carcaças ressequidas no deserto dos seres, correm embriagados de aceleração. Nenhuma lógica demonstra o não se desmoronarem. Enquanto correrem, sem sentido nem destino, iludem-se no adiar da queda.
Vinhetas de livros antigos, bem harmonizadoras
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O sopro divino, o som dos anjos, a música das esferas... Criemos mais tempo
para nos sintonizarmos...
Quando os anjos eram chamados a ser tenentes de Po...
Há 21 horas