Em Dezembro de 2002 o Museu de Amadeo de Souza-Cardoso, em Amarante, organizou uma exposição dedicada a outro notável filho da terra, Teixeira de Pascoaes. Advogado também - dos que se exilam nas letras - disse sobre ele a irmã, Maria da Glória, num livro, editado em 1971, que eu ainda hei-de encontrar: «foi sempre um homem, nunca foi criança». Pegando exactamente na frase, António Cândido Franco, acrescenta, no catálogo evocativo dos cinquenta anos da sua morte: «o que é também outro modo de dizer que ele foi sempre um menino, nunca um adulto». Parece absurda a conclusão; absurda porém a realidade que a impõe.
In NOVA ÁGUIA 37: de Paulo Borges, "O INFINITO NO ESPÍRITO DO LUGAR: PARA
UMA FENOMENOLOGIA MÍTICO-SIMBÓLICA E PROFÉTICA DA CULTURA
GALAICO-PORTUGUESA"
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*O INFINITO NO ESPÍRITO DO LUGAR: PARA UMA FENOMENOLOGIA MÍTICO-SIMBÓLICA E
PROFÉTICA DA CULTURA GALAICO-PORTUGUESA*
*Paulo Borges*
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