Um ponto fixo, estático. Dele nascem helicoidais, hipnóticas, em serpenteado movimento. Submerge-se para o interior. Os olhos fixos captam a ilusão: o que era algo, tornou-se em nada. O lugar por onde entramos é o vazio do que poderemos ser. Nasce, assim, a vida. Quando o ser submerge, evanescente, recomeçou, do lado de lá do espelho da realidade.
"E Antero disse..." Poema inspirado e algo profético do P. Moreira das
Neves, escrito do alto do Cristo Rei
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Corria o ano de 1959 e o mês quente florido de Maio, quando o Padre
Moreira das Neves (18/11/1902 a 31/3/92), desde 1934 chefe de redacção do
jornal d...
Há 15 horas