Sentado à sua banqueta, sobre o estirador debruçado, fosforescentemente iluminado, há um labirinto humano a desenhar. Na precisão exacta do seu rabiscar, riscado e garatujado, existe, nessa aracnídea figura de rebuscada alma, a ilusão da forma na alucinação do conteúdo. Um dia, estúdio adentro, a ideia surge, como se ali entrasse sem bater. O homem gera projecto. Nómada da geometria, faz da casa alheia o esboço que ali a antecipa e no papel. São hoje riscos, amanhã um lar.
In NOVA ÁGUIA 37: sobre José Marinho...
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