Marco aqui, estaca acolá, o aldeão marcou as extremas da sua courela. Estendido um fio, era tudo um figura irregular, terreno delineado aos ângulos, propriedade recortada entre outras igualmente disformes, nada como os hectares rectangulares dos grandes agrários. E, no entanto, a terra é redonda. Depois da ceia, o homem sentou-se a cismar nisso. Nas altas esferas do céu, uma lua circular dava a luz que se via. Era a geometria rústica dos pobres, medida a palmo e aos socalcos. Nessa noite o aldeão, vexado, pensou em emigrar.
Recolha de sete marcas de impressores antigos, com breves motos.
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"Após o esforço vem a docura." Trabalha, luta, merece e receberás.
Os teus caminhos, ò Deus, mostra-me, para que eu saiba avançar luminosamente
Onde dois ...
Há 1 hora