Hoje quem vier aqui não encontra nada. O zero não existe, eu sei, é um conceito útil ao sistema decimal. Passarei, por isso, a escrever em numeração romana: nasci em MCMXLIX, mas esse não foi o meu ano zero, foi o meu ano um. Por assim ser, nunca não existi e, com sorte, no ciclo vital da vida, talvez nunca deixe de existir. O que pode ser é que se esqueçam.
Uma outra revista a ler: “Portugalidade: Identidade, Cultura e Alma Lusa”
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Sob o título genérico de “Portugalidade: Identidade, Cultura e Alma Lusa”,
publicam-se neste número da Revista *Super Interessante* catorze ensaios
qu...
Há 2 dias