O peso aparente de um corpo é a diferença entre a força da gravidade e o impulso que nele se exerce. Imagine-se o pobre humano, entre o impulso de acção e a força da inacção, o acordar preguiçoso num dia de deveres, o desejo de cama e a obrigação de secretária. Ao fim de um dia, tudo isso pesa, naturalmente. Só que, embora doa, como se explica na mecânica dos fluídos, é um peso simplesmente aparente; pior quando é positivo, porque então o corpo afunda-se, sem que nada afinal tenha meio de o sustentar.
Uma outra revista a ler: “Portugalidade: Identidade, Cultura e Alma Lusa”
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Sob o título genérico de “Portugalidade: Identidade, Cultura e Alma Lusa”,
publicam-se neste número da Revista *Super Interessante* catorze ensaios
qu...
Há 22 horas