Com a mudança tinha-os carregado para o topo da estante. Para ir ter com eles, tinha de ir buscar o escadote que está na cozinha. Mas nem sempre apetece a um homem levantar-se para ir buscar um escadote. Ontem decidi-me e apeei-os. Ficaram ao alcance da mão. Eis-me com o volume quinto, onde ele encontra a frase eu sou quem está cá, esse modo popular de cada um dizer que é igual a si próprio. Ele, o Vergílio Ferreira, na sua Conta Corrente, primeira série. Cada um, os que ainda sabem quem são e que ainda estão.
Uma outra revista a ler: “Portugalidade: Identidade, Cultura e Alma Lusa”
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Sob o título genérico de “Portugalidade: Identidade, Cultura e Alma Lusa”,
publicam-se neste número da Revista *Super Interessante* catorze ensaios
qu...
Há 1 dia