Barricavam-se nas tertúlias, a filosofia surgia-lhes entre chávenas de café, pensamento pigarreante, as ideias em intervalos, o pensar como exasperação de empregos rotineiros e de ocasião. Funcionários modestos, professores de liceu, tradutores do que calhava, muitos sem escola, deixaram uma escola. As Academias desprezavam-nos, as Faculdades nem os queriam ver. Alguns são o que se chama a filosofia portuguesa, nómada e errática. A sua fé é na Pátria dos Portugueses o seus Deus uma divindade incorpórea, o divino Espírito Santo, que todos veneram, mesmo os que rezam em silêncio por uma Nação que não morreu.
Uma Mandala da quadratura do Círculo, na tradição espiritual, por Pedro Teixeira da Mota. 24.III.2020.
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Sobre este desenho intervencionado, escrevi esta manhã, entre as 7:17 e as
7.47, o seguinte texto:
Uma quadratura humana e terrena do círculo da manifestaç...
Há 22 horas