Será que não se entende nada do que eu aqui escrevo? Claro que não para quem ler a correr, ainda no tropel com que se vive a vida, do mesmo modo que um passageiro da janela do comboio vê os campos circundantes no olha ali-onde-já foi. Mas há também aquela questão, quando perguntaram ao Santo Agostinho o que era o tempo e ele deu a resposta que ficou como uma paradigma quanto à inutilidade explicativa do perguntar: se não me perguntas sei, mas se me perguntas, já não sei. Mal comparado é assim. Não me perguntem pois o que digo aqui: não sei!
Uma Mandala da quadratura do Círculo, na tradição espiritual, por Pedro Teixeira da Mota. 24.III.2020.
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Sobre este desenho intervencionado, escrevi esta manhã, entre as 7:17 e as
7.47, o seguinte texto:
Uma quadratura humana e terrena do círculo da manifestaç...
Há 22 horas